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O Pleno do Tribunal de Contas aprovou, na última quarta-feira (17), votos de pesar pelo falecimento de Maria Leda Dourado Pessoa de Mello, empreendedora social, do jurista Roque de Brito Alves e do advogado Wellington Cadete.

A proposição pelo falecimento de Maria Leda, ocorrido no último dia 08, aos 93 anos, foi do presidente do TCE, conselheiro Dirceu Rodolfo. Ele destacou que Leda era uma “mulher definitivamente à frente do seu tempo”, enfatizando as ações sociais e acolhimento a pessoas desamparadas que ela realizava, principalmente na Usina Aliança, propriedade da sua família.

“O que ela mais fez foi espalhar benefício ao próximo”, ressaltou Dirceu, que apresentou um pouco do legado de Maria Leda na assistência social, trazendo, entre outros, depoimentos da prefeitura de Aliança, que decretou três dias de luto, de um dos filhos de Maria Leda, e do radialista Geraldo Freire.

A conselheira Teresa Duere parabenizou o presidente pela homenagem e falou sobre o “protagonismo”, sobretudo na área do campo, de Maria Leda. Ela também propôs um voto de pesar pelo falecimento do professor, advogado e membro da Academia Pernambucana de Letras, Roque de Brito Alves, no último dia 13, aos 94 anos.

Teresa destacou o legado de Roque como um dos “maiores juristas na área penal”, e falou um pouco sobre a vida e os livros publicados por ele, além da sua paixão por colecionar obras de arte, muitas delas doadas ao Museu do Estado de Pernambuco.

Nascido em Recife, Roque de Brito Alvez era bacharel e doutor em Direito, além de graduado em Filosofia. Com mais de 30 livros e diversos artigos publicados, no Brasil e no exterior, ele ocupava a cadeira número 11 na Academia Pernambucana de Letras.

Ao final, o conselheiro Carlos Neves se solidarizou com os votos de pesar, e realizou a proposição de uma homenagem ao advogado Wellington Cadete, ex-presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Pernambuco em Belo Jardim (PE), que faleceu no último dia 09, aos 57 anos.

Carlos Neves destacou a história de superação de Wellington, "uma das figuras mais cativantes que conheci na vida", ressalta.

Além dos conselheiros e do auditor geral do TCE, conselheiro substituto Adriano Cisneiros, também participou da sessão, o procurador Ricardo Alexandre, excepcionalmente, representando o Ministério Público de Contas.

Gerência de Jornalismo (GEJO), 25/06/2020